Espaço virtual: endereço nobre com baixo custo

Solução é cada vez mais adotada por empreendedores modernos.

Com os aluguéis nas grandes metrópoles cada vez mais caros, muitos empresários buscam maneiras de reduzir seus custos e ainda assim manter um endereço de prestígio em seus cartões de visita.
Uma das opções para resolver o problema é recorrer a uma solução que vêm ganhando cada vez mais adeptos no meio empresarial: alugar um escritório virtual.

Hoje, várias empresas oferecem este tipo de serviço, que consiste em disponibilizar um endereço comercial em uma área nobre da cidade e outros serviços por um valor mais acessível a empresas que, na verdade, operam em outro lugar.
Uma empresa não consegue ter um escritório em um lugar estratégico pelo valor que é cobrado no sistema de Coworking. Por isso, é uma opção bastante procurada por consultores, psicólogos, advogados, agentes de viagem e profissionais de TI.
Além disso, também é uma alternativa barata para quem quer estar representado em outro estado, afirmam os especialistas em negócios.

Jogo limpo
Apesar das vantagens, é preciso avaliar em que situações vale a pena trabalhar com um escritório virtual. Consultores de marketing do Sebrae-SP acreditam que um bom endereço pode, sim, fazer a diferença em determinados segmentos.
Porém, é importante que o empresário não tente enganar o cliente, passando um status que ele ainda não tem. “Hoje em dia existe um segmento corporativo que aceita isso bem, faz reunião em restaurantes e cafeterias sem grandes problemas. Mas ainda existe uma parte significativa que fica atenta a códigos formais. É preciso avaliar bem qual é o seu público para saber como tratar a questão com ele”.
Assim, o empresário não precisa dar o seu cartão falando que é um escritório virtual. Porém, se este ponto surgir na conversa, ele deve citar o procedimento com naturalidade.
Explique o seu motivo. Você pode dizer que, como está começando, optou por não assumir um custo fixo, ou que prefere um ponto virtual bem localizado em vez de um escritório próprio em uma área afastada”.
Se antes muitas empresas ficavam receosas de revelar para seus clientes que o endereço era de um escritório virtual, de cinco anos para cá, porém, esta opção se tornou muito bem aceita.
Os escritórios virtuais são uma solução bastante prática e barata, especialmente para aqueles que estão abrindo sua empresa. “Um pacote mais básico, pode custar a partir de R$ 160 mensais, fornece um endereço para envio de correspondência e também um endereço fiscal, necessário para cumprir com obrigações burocráticas junto às prefeituras.
Já se a empresa estiver disposta a desembolsar um pouco mais, é possível acrescentar atendimento telefônico bilíngue ao pacote, que poderá custar de R$ 200 a R$ 300.
E, caso a pessoa precise de um espaço para realizar uma reunião, as salas custam a partir de R$ 30 a R$ 40 a hora.
O lado positivo desta opção é que os custos são baixos e o empreendedor pode começar seu negócio rápido, pois o escritório já está pronto e ele não vai perder tempo indo atrás de um ponto ou mobiliando e, não dispenderá energia financeira administrando um espaço próprio. 

E a Poltrona 1, como se posiciona perante esta realidade mundial?

Como sempre, a Poltrona 1 sai à frente ao aderir a uma tendência mundial. Em 2014, encerrou a parceria de comodato relativo à utilização da sala de treinamento que utilizava há uma década, para aderir ao conceito de Coworking. E estendeu a utilização de maneira geral: treinamento, reuniões, palestras, escritório temporário ou permanente, na cidade de Curitiba. Todos os novos agentes, ingressos a partir de 2015, já tomaram contato com essa realidade e receberam recomendação para replicar a fórmula em suas bases.


Conheça a estrutura de Coworking utilizada pela Poltrona 1, em uma de suas cidades sede, Curitiba. Para São Paulo, o conceito de replicação está em estudos.

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